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23/02/2018

ENTREVISTA | "Consumidor deve ser protagonista na busca por produção ecológica de alimentos"

Lucro, produtividade e equilíbrio ecológico. Nos sistemas agroalimentares contemporâneos, como equacionar essas variáveis? O professor John Reganold, da Universidade do Estado de Washington, ensaia algumas provocações. “Não adianta culparmos só fazendeiros ou corporações”. Para ele, o protagonismo do consumidor deve ser a força motriz das transformações culturais e tecnológicas pelas quais passa a produção global de alimentos.

Reganold estudou mais de mil de propriedades rurais; aventurou-se por quatro continentes; e dedicou décadas de pesquisa à comparação entre sistemas convencionais e alternativos. Autor de trabalhos científicos de impacto, seu nome é influente quando o assunto é agricultura de baixo impacto ambiental. A seguir, ele compartilha algumas reflexões sobre o tema.

Henrique Kugler & Laura Castanho



Quais são as principais tendências, hoje, no desenvolvimento de sistemas agroalimentares ambientalmente equilibrados?

No caso da agricultura, existem diferentes definições para o termo ‘sustentável’. A definição com a qual eu trabalho, que considero bastante sólida, é a da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Para que uma propriedade seja sustentável, ela deve atender a quatro quesitos: ter colheitas de alta qualidade nutricional; ser viável e lucrativa do ponto de vista econômico; ser ambientalmente segura, isto é, não erodir o solo, não poluir e não prejudicar a biodiversidade; e, finalmente, deve promover o bem-estar social. São pagos salários dignos aos trabalhadores? Eles têm seguro de saúde, garantias de aposentadoria e demais benefícios sociais? Devemos estender o conceito de bem-estar social para além da propriedade: ela é benéfica para a comunidade local?

Que países têm se destacado na busca por uma agricultura alinhada às demandas socioambientais de nosso tempo?

Na maioria dos países, encontraremos bons exemplos de fazendas realmente sustentáveis. Muitas são orgânicas, mas não necessariamente. Existem países em que esses exemplos são mais recorrentes? Com certeza. A Europa ocidental traz experiências muito bem sucedidas – principalmente em países como Alemanha, Áustria e França. Essas nações têm maior proporção de fazendas com sistemas integrados e propriedades orgânicas. Temos bons exemplos por lá e, na verdade, muitos desses fazendeiros são incentivados por subsídios governamentais. Nos Estados Unidos, também encontramos exemplos de boas práticas no setor agropecuário.

Que novas tecnologias deverão moldar o futuro da agricultura nos próximos anos?

Um dos grandes temas é a agricultura de precisão, que funciona muito bem em grandes propriedades – mas pode funcionar em pequenas também. Uma fazenda de grãos, por exemplo, pode ser monitorada por GPS e o agricultor consegue uma noção acurada das condições do solo ao longo da propriedade, evitando o excesso de fertilizantes ou pesticidas. São tecnologias que oferecem grande potencial. Pomares, por exemplo, costumam demandar muita água. Com sensores posicionados no solo, o produtor pode saber como fazer uma irrigação mais precisa. Isso pode resultar em grande economia de água, o que é, sem dúvida, muito importante. Sistemas de rotação de culturas também podem ajudar muito na qualidade do solo. Não são tecnologias novas, mas são uma questão de bom senso.

Como essas tecnologias podem também beneficiar a agricultura familiar de pequena escala?

Há um número de empresas e fundações, em parcerias com cientistas e universidades, que já desenvolvem equipamentos mais acessíveis com a capacidade de executar essas medições. Podem ser sistemas conectados a uma espécie de rede local – para que produtores monitorem os solos e plantas de maneira comunitária. Ao saber como os vizinhos estão lidando com dificuldades semelhantes, eles podem se tornar cada vez mais eficientes.

Seus trabalhos o levaram a pesquisar mais de mil fazendas em quatro continentes. O que podemos aprender a partir dessas experiências?

Sempre procurei comparar diferentes sistemas agropecuários –convencionais, orgânicos, biodinâmicos, integrados, plantio direto e combinações possíveis entre esses diferentes modelos. Boa parte dessas comparações estão sintetizadas em meu último artigo publicado na Nature Plants.

Nesse artigo, o senhor faz um comparativo entre modelos convencionais e ecológicos. Quais são os méritos e deméritos de cada um desses sistemas?

A grande força do método convencional é que ele é capaz de atingir altos patamares de produção. Mas sua maior falha são os impactos ambientais, e por isso temos um certo número de consequências negativas. Sistemas orgânicos produzem menos. Em média, são 15% a 20% menos produtivos do que os convencionais. Ainda assim, são mais rentáveis economicamente – pois, mesmo com menor produtividade, conseguem preços mais vantajosos no mercado. Como demonstro em minhas pesquisas, eles também são mais vantajosos em quesitos como qualidade do solo, demanda energética, biodiversidade, poluição hídrica, serviços ecossistêmicos, uso de pesticidas e geração de emprego. Em parâmetros de proteção ambiental, portanto, métodos orgânicos são superiores. Além disso, são mais benéficos à biodiversidade.

Esses resultados foram compilados no famoso “diagrama da flor”, que o senhor incluiu neste artigo. Esse tipo de visualização foi algo pioneiro nessa área de pesquisa?

Outros cientistas já usaram diagramas em forma de flor, mas não para analisar o tema que eu estudo. Essa forma de visualização apresenta, com muita clareza, as conclusões dos trabalhos científicos que compilei ao longo dos últimos anos.

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Reganold, J.P. & Wachter, J.M., 2016. Organic agriculture in the twenty-first century. Nature Plants, 2(2), p.15221.


Nessa abordagem gráfica, o sistema orgânico aproxima-se muito mais da forma de uma flor, com suas pétalas distribuídas de maneira mais equânime. Pode-se perceber que os sistemas convencionais não trazem bons resultados em termos ambientais e sociais. Eles apresentam bom desempenho em termos de produtividade. Mas em parâmetros de proteção ambiental os métodos orgânicos são superiores. Eles também têm bom desempenho econômico. Praticamente não existem resíduos de pesticidas, mas, novamente, a produtividade é menor. Propriedades orgânicas são, na média, 15% a 20% menos produtivas do que as convencionais.

Um aspecto sobre o qual ainda não tenho muitas conclusões é a questão social, tema que pretendo estudar em meus próximos trabalhos. Por incrível que pareça, a relação entre sustentabilidade ambiental e questões sociais foi pouco estudada até o momento. Em termos de produtividade, temos provavelmente cerca de 200 estudos comparando métodos produtivos convencionais e ecológicos – quatro ou cinco dos quais são estudos meus. Também há diversos trabalhos comparando esses sistemas com base em quesitos econômicos, ambientais e mesmo nutricionais. Mas há, talvez, não mais que cinco estudos dedicados a comparações de natureza social entre modos convencionais e orgânicos. Há, sim, estudos que abordam de forma isolada as questões sociais em cada um desses sistemas. Mas há pouquíssimos trabalhos comparando-os entre si.

Acredita que essa falta de dados há de incentivar mais pesquisas  na área ao longo dos próximos anos?

Acredito que essa lacuna será preenchida, mas levará algum tempo. São estudos difíceis do ponto de vista metodológico. Em geral, precisa-se entrevistar produtores rurais, vários deles. E, para isso, um certo nível de interação social é necessário. Esses estudos tomam bastante tempo.

A agricultura de base ecológica tem chamado a atenção de muitos pesquisadores. A produção acadêmica nessa área tem crescido bastante?

Sem dúvida. Há muito mais pesquisadores {nessa área} hoje do que havia antigamente. Não existiam, nos anos 1970, muitos estudos comparativos sobre agricultura orgânica e agricultura convencional. Nos anos 1980, mais trabalhos começaram a aparecer. Nos anos 1990, ainda mais. Desde o início dos anos 2000, muitos e muitos outros estudos surgiram. Temos hoje, talvez, algo em torno de mil trabalhos científicos nessa área. Em universidades, já temos até vagas específicas para professores de agricultura orgânica ou agricultura sustentável. Duas décadas atrás, não tínhamos nada disso.

O conceito de sustentabilidade, na agricultura, pode facilmente acabar funcionando como propaganda enganosa. Como evitar isso?

Boa pergunta. Como evitar o greenwashing? Eu realmente não sei. Mas existem, provavelmente na maioria dos países, organizações que podem responder a essa pergunta melhor do que eu. Em geral, se um sistema é certificado e você confia nessa certificação, isso deve ajudar. O consumidor pode pesquisar sobre o processo de certificação, saber como funciona e assim apoiar a organização certificadora e os agricultores que dela fazem parte. A ideia é apoiar iniciativas que, segundo o julgamento de cada um, não são propaganda enganosa. Como evitá-las? Eu realmente não tenho a melhor resposta.

O senhor acredita que a produção de alimentos será cada vez mais regionalizada, como sugere a crescente demanda por produtos frescos, locais e ecológicos? Ou acredita que mercados locais serão cada vez mais dependentes dos grandes exportadores de alimento?

Boa pergunta. Os Estados Unidos certamente poderiam produzir alimento suficiente para sua população, e acredito que países europeus também. Aqui nos Estados Unidos, porém, o problema não é se podemos ou não produzir nosso próprio alimento. A questão é: podemos fazer isso de maneira sustentável? Atingir o nível desejável de sustentabilidade é algo bastante desafiador. Afinal, é muito difícil respeitar os quatro critérios dos quais falei inicialmente. Basta falhar em um dos parâmetros – produtivo, econômico, ambiental ou social – e não poderemos fazer justiça à definição verdadeira de sustentabilidade.

Na maioria das regiões, as pessoas podem conseguir frutas e vegetais produzidos localmente. Esses gêneros não são difíceis de produzir. Temos alguns problemas em climas setentrionais, onde é mais frio e pode ser difícil cultivar certos tipos de frutas e vegetais no inverno. Nesses casos, a alternativa é importar – a não ser que sejam usadas estufas e tecnologias similares. O maior entrave para os movimentos que demandam uma produção cada vez mais local, no entanto, é a compra de grãos.

Existem diferentes categorias de grãos: cereais (como trigo, cevada, arroz, milho), leguminosas (como lentilhas e ervilhas), e oleaginosas (como girassol e canola, que muitos também consideram grãos). De modo geral, esses produtos representam 70% de nossa dieta. E nem sempre são ofertados localmente.
Por isso, muitos lugares teriam dificuldade em dar conta da demanda local de grãos sem depender de importações – principalmente porque essas fazendas tendem a ocupar grandes áreas. De fato, a produção de grãos ocupa aproximadamente 70% das terras agricultáveis. São culturas muito importantes e trazem graves impactos ambientais. Eu vivo em uma região produtora de grãos, e posso comprar a produção local. Mas a maioria das pessoas não está nessa mesma situação.

Apesar de integrar 70% de nossas dietas, a maioria da produção de grãos acaba indo para alimentação animal – e isso é bastante ineficiente. Não que a produção animal seja um problema, mas em muitos lugares dos Estados Unidos, da Europa e mesmo da América do Sul as pessoas gostam de comer muita carne. E animais são alimentados principalmente com grãos.

Alimentação animal é o destino da maior parte da produção brasileira de grãos. Como o senhor analisa esse cenário?

Tudo bem que uma parte das terras sejam destinadas à produção de grãos para alimentação animal. Uma parte. Mas a maior porção de terras agricultáveis deveria ser destinada ao plantio de grãos que nós, humanos, comemos. É fácil culparmos os fazendeiros ou mesmo as corporações. Sim, eles têm certa responsabilidade nisso. Mas grande parte da responsabilidade é dos consumidores. Em países menos desenvolvidos, consome-se cada vez mais carne. Isso é um problema. Nós já produzimos calorias suficientes para alimentar toda a população mundial – mesmo considerando as altas taxas de desperdício, que chegam a 30%. A maior parte das pessoas quer comer carne, muita carne. Tem sido uma demanda de consumo.

Mas em muitos países europeus já notamos padrões de comportamento que preconizam o consumo de cada vez menos carne.

Não tenho dados exatos. Mas acredito que sim – é uma tendência até mesmo nos Estados Unidos. Muitos buscam a alimentação vegetariana; e muitos adotam dietas que incluem carne, mas em pouca quantidade. De modo geral, entretanto, quando consideramos as tendências demográficas, a demanda por carne está em ascensão.

Como equilibrar essa conta?

São dois caminhos complementares. Agricultores devem buscar sistemas cada vez mais equilibrados do ponto de vista ambiental – com tecnologias, práticas conservacionistas, lucratividade e boa produtividade. Enquanto isso, consumidores precisam buscar dietas balanceadas que incluam mais vegetais e menos carne. É uma forma de passar a mensagem: “Não, nós não queremos toda essa quantidade de carne”. Nesse aspecto, creio que consumidores têm até mais responsabilidade do que agricultores.

Normalmente culpamos fazendeiros, empresas ou governos.

Há algo com as corporações… E tenho certeza de que no Brasil também existe esse problema: empresas controlam grande parte das cadeias agroalimentares. Elas têm poder demais – e nutrem interesses escusos em manter o sistema tal como como ele é. Isso precisa mudar. Paralelamente, os agricultores devem buscar práticas mais sustentáveis e os consumidores devem adotar dietas mais saudáveis baseadas em maiores quantidades de vegetais.

Um estudo publicado este ano pela Nature Communications sugere que seria viável convertermos toda a cadeia agroalimentar mundial para o sistema orgânico – desde que reduzíssemos ao máximo o desperdício de alimentos e diminuíssemos consideravelmente o consumo de carne no mundo. O que o senhor acha?

Soube dessa publicação; conheço o autor do estudo. Ano passado, outro trabalho científico analisou diferentes tipos de dieta – e constatou que, se todos nós adotássemos hábitos alimentares veganos, poderíamos facilmente chegar a uma população de 9.6 bilhões de pessoas até 2050 sem precisar abrir novas áreas de plantio. O estudo sugere que seríamos 100% eficientes com uma dieta vegana; 94% eficientes com dietas vegetarianas; 40% eficientes com sistemas orgânicos; e 10% ou 15% eficientes com uma típica dieta atual norte-americana. São cenários possíveis. Mas as pessoas não se tornarão todas veganas. Lembra do que disse sobre o consumidor? Acredito que muito desse debate acaba recaindo sob a responsabilidade do consumidor.

No Brasil, alimentos agroecológicos ou orgânicos costumam ser um mercado de nicho. Como fazer esse tipo de produto ser mais acessível?

Não posso dizer se alimentos orgânicos serão mais acessíveis. Mas posso dizer que esse mercado está crescendo. Há 20 anos, o comércio de bebidas e alimentos orgânicos representava 0.8% do total nos Estados Unidos. Ano passado, chegamos a 5.5%. Vou a pequenas cidades no interior e em muitas delas já é possível encontrar esses produtos – no caso dos Estados Unidos, a disponibilidade costuma ser maior nas regiões próximas à costa. Não tenho dificuldade em conseguir leite orgânico, por exemplo, ou vegetais. Há feiras de produtores em tudo quanto é lugar. Mas acredito que alimentos orgânicos são mais acessíveis em países desenvolvidos. Acredito que serão cada vez mais acessíveis nos países em desenvolvimento também. Mas espero que a disponibilidade de alimentos oriundos de sistemas integrados, mistos e conservacionistas também continue a avançar. Se eles forem certificados, e se consumidores tiverem escolha, será muito bom. Poderemos ir ao mercado e encontrar diferentes tipos de alimento com diferentes tipos de “nota” ou “avaliação” – conforme os méritos de sustentabilidade de cada sistema produtivo.

O senhor já esteve no Brasil?

De férias, sim. Mas nunca estudei a fundo as questões agrárias do país. Não é meu objeto de pesquisa, mas sei de algumas questões a respeito do cerrado e da alta produtividade de milho e soja na região. Sei que há problemas, mas não conheço a fundo essa realidade.

O agronegócio responde por quase 30% de nosso PIB, mas muitos preocupam-se com pressões sociais e ambientais advindas dessa atividade. Do ponto de vista ambiental, acredita que esse modelo irá prosperar no futuro?

Se existem externalidades negativas – e se o modelo agropecuário do país agride a biodiversidade ou polui os rios, por exemplo – então ele precisaria mudar.

Sobre os transgênicos: onde estamos e onde chegaremos?

Não sou um especialista em organismos geneticamente modificados. Raramente falo sobre esse tema, já que eu ensino agricultura orgânica – e transgênicos não são parte desse sistema. A questão principal, aqui, é a rotulagem. Produtos transgênicos deveriam ser rotulados como tal simplesmente porque existem consumidores que não querem consumi-los. Nesse sentido, os produtos geneticamente modificados acabaram, por incrível que pareça, ajudando os movimentos de agricultura orgânica. Afinal, pessoas passaram a comprar orgânicos simplesmente porque sabiam que eles não eram transgênicos. Paralelamente, nos Estados Unidos, muitos produtos, mesmo que não orgânicos, já são rotulados como livres de transgênicos. E esse é um mercado em rápida expansão.

Provavelmente cerca de 90% do milho e da soja plantados nos Estados Unidos são geneticamente modificados – estamos falando dos produtos com tecnologia BT e Roundup Ready. Grande parte de nossa canola também é transgênica. E a maioria desses produtos vai para alimentação animal.

Minha dieta é essencialmente vegetariana; e praticamente não como carne vermelha. Mas tenho certeza de que já comi, de uma forma ou de outra, alimentos geneticamente modificados. Eles são ruins do ponto de vista nutricional? Não acompanho muito de perto esse debate, mas nunca encontrei nenhuma evidência nesse sentido – mas isso não me preocupa tanto. O que me preocupa é que, do ponto de vista ambiental, fazendeiros desenvolvem culturas transgênicas rotacionando milho e soja, em muitos casos. E esse não é um bom sistema de rotação.

A rotação entre milho e soja é basicamente a regra em muitas regiões do Brasil.

Não é uma rotação boa para o solo. Esqueçamos o debate dos transgênicos por um minuto: com sistemas de rotação mais complexos, de quatro anos, por exemplo, poderíamos reduzir as aplicações de pesticidas. E reduziríamos as quantidades de fertilizantes também. Por que, então, fazendeiros não desenvolvem sistemas rotativos mais sofisticados? Porque não lucrariam tanto, já que estão vinculados a seguros de safra para soja e milho, pelo menos aqui nos Estados Unidos – em uma dinâmica que alimenta esse sistema corporativo. Métodos baseados em uma rotação de quatro anos são mais complexos. Exigem mais ‘brain power’ e mais equipamentos do que uma rotação de um ou dois anos.

Por isso, fazendeiros tendem a simplificar a rotação de culturas. Todos nós, não apenas agricultores, buscamos coisas mais simples. Mas quando diversificamos as culturas, com rotações mais complexas e com cobertura de solo, geralmente aprimoramos a qualidade ambiental da propriedade.


* Uma reedição desta entrevista foi publicada pelo jornal Folha de São Paulo no dia 21/12/2017. Clique aqui para conferir!


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